domingo, julho 30, 2006
quinta-feira, julho 27, 2006
quinta-feira, julho 06, 2006
terça-feira, julho 04, 2006
terça-feira, maio 02, 2006
DESCULPA...
"A amizade penetra nos menores detalhes da nossa vida, o que torna frequentes as ocasiões de ofensas e melindres: o sábio deve evitá-las, destruí-las ou suportá-las quando necessário for. A única ocasião em que não devemos deixar de ofender um amigo, é quando se trata de lhe dizer a verdade e de lhe provar assim a nossa fidelidade. Porque não devemos deixar de sobreavisar os nossos amigos, ainda quando se trate de os repreender. E nós mesmos devemos levar isto em boa vontade, quando tais repreensões são ditadas pelo bem querer. Todavia, sou forçado a confessá-lo, como disse o nosso Terêncio no seu Adriana: «A benevolência gera a amizade; a verdade, o ódio». Sem dúvida a verdade é molesta se produz o ódio, este veneno da amizade. Mas a magnanimidade é-o ainda mais, porque para a indulgência culpável, pelas faltas de um amigo, ela deixa-o precipitar-se nas suas ruínas. Mas a falta mais grave é a que despreza a verdade e se deixa conduzir ao mal pela adulação. Este ponto reclama toda a nossa vigilância e atenção. Afastemos o ácido das nossas advertências, a injúria dos nossos reproches; que a nossa complacência (sirvo-me voluntário da expressão de Terêncio) seja farta de urbanidade; mas longe da nossa baixa adulação, este auxiliar indigno de um amigo e mesmo de um homem livre. Lembremo-nos que se vive com um amigo diferentemente de como se vive com um tirano.
Quanto àquele cujos ouvidos se fecharam à verdade ao ponto de não entender mesmo a boca do amigo, é preciso desesperar da sua salvação. Conhece-se a frase de Catão que, entre outras, ficou proverbial: «A amargura dos nossos inimigos, serve-nos bem mais que a doçura dos nossos amigos: aqueles dizem-nos quase sempre a verdade; estes, jamais». O que lia de desarrazoado é que os amigos que se advertem não se encolerizem do que deve causar-lhes pena, e o façam ao contrário do que deve não lhes causar henhuma. Em lugar de se encolerizar de haver mal agido, eles o são de ser repreendidos. Enquanto que, ao contrário, eles deveriam afligir-se da falta e alegrar-se da censura. "
sexta-feira, abril 21, 2006
Good Night And Good Luck
O Mundo é de Quem Não Sente

Para agir é, pois, preciso que nos não figuremos com facilidade as personalidades alheias, as suas dores e alegrias. Quem simpatiza pára. O homem de acção considera o mundo externo como composto exclusivamente de matéria inerte - ou inerte em si mesma, como uma pedra sobre que passa ou que afasta do caminho; ou inerte como um ente humano que, porque não lhe pôde resistir, tanto faz que fosse homem como pedra, pois, como à pedra, ou se afastou ou se passou por cima.
Fernando Pessoa, in 'O Livro do Desassossego'
quinta-feira, abril 06, 2006
Notícia de última hora!!!

Ontem, após reunião de grupo, recebemos uma notícia, da nossa "bicha portista": em breve nascerá um novo Blog, preparem-se... o nome será surpresa... mas poderão votar nos seguintes:
- Barulho silencioso
- Bicha Portista
- Flato . Arroto ( correcção - FLATOORAL- ARROTOANAL.COME ) peço desculpa ao autor.
- Aceitam-se sugestões.
É verdade, pois...
segunda-feira, abril 03, 2006
Onde está ela???
Onde Está a Sinceridade ?
Entre as recordações que cada um de nós guarda, algumas há que só contamos aos amigos. Há ainda outras que nem sequer aos amigos confessamos, que só a nós próprios dizemos e, mesmo assim, no máximo segredo. Finalmente, há coisas que o homem nem sequer se permite confessar a si mesmo. Ao longo da existência, toda a pessoa honesta acumulou não poucas destas recordações. Diria mesmo que a quantidade é tanto maior quanto mais honesto o homem. Eu, em todo o caso, não foi há muito que me decidi a recordar algumas das minhas antigas aventuras; até agora evitava fazê-lo, aliás com um certo desassossego. Porém agora, quando as evoco e desejo mesmo anotá-las, agora vou tirar a prova: será possível sermos francos e sinceros, pelo menos com nós próprios, e dizermo-nos toda a verdade?
A NÃO PERDER!!

“We all like to think that we have so much control over our own lives and of our destinies,” says Allen. “You always hear people saying, ‘I make my own luck.’ We think if we work hard we will succeed and, yes, hard work is important. But people are afraid to admit how contingent their lives are on chance and luck.”
Woody Allen
segunda-feira, março 27, 2006
sexta-feira, março 24, 2006
FINALMENTE!!!

"(...)inesperadamente, Villepin deu ontem uma reviravolta que deixou o país boquiaberto. O primeiro-ministro, que se mostrava inflexível desde o começo do movimento - "recuar perante a rua é capitular", repetia -, endereçou uma carta, entregue em mãos próprias, aos líderes das cinco grandes centrais sindicais. "
in Público (www.publico.pt)
Será que vão chegar a algum acordo?? Espero que sim.Esta nova lei é no mínimo, revoltante.














